Ai, que saudade de mim.
Por favor, volte(o) logo!
O que mais me dói nem é a solidão,
É não saber onde estou...
sexta-feira, 20 de abril de 2012
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"Sentados no parlatório, o amor e o ódio, o sonho e a desilusão, falavam de pesadelos, perdão, vingança e compaixão. Queriam rediscutir, então, o futuro da humanidade. Argumentavam pelas crianças, pela vontade de liberdade. Os homens tem que entender e reprensar os seus valores. Tornaram-se mesquinhos, escravizados por seus temores... Precisamos recolorir".
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