Sua lucidez me atrapalha.
E o infantilizo em minhas perguntas toscas,
Por não saber como dizer te amo
Enquanto posso.
domingo, 21 de agosto de 2011
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"Sentados no parlatório, o amor e o ódio, o sonho e a desilusão, falavam de pesadelos, perdão, vingança e compaixão. Queriam rediscutir, então, o futuro da humanidade. Argumentavam pelas crianças, pela vontade de liberdade. Os homens tem que entender e reprensar os seus valores. Tornaram-se mesquinhos, escravizados por seus temores... Precisamos recolorir".
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