Os poemas que faço para você
Têm as cores da madrugada,
Tagarelam como seus olhos,
E cheiram a notas amadeiradas.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
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"Sentados no parlatório, o amor e o ódio, o sonho e a desilusão, falavam de pesadelos, perdão, vingança e compaixão. Queriam rediscutir, então, o futuro da humanidade. Argumentavam pelas crianças, pela vontade de liberdade. Os homens tem que entender e reprensar os seus valores. Tornaram-se mesquinhos, escravizados por seus temores... Precisamos recolorir".
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